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A dança dos contratos entre os Salões e os Profissionais

fev 4, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em A dança dos contratos entre os Salões e os Profissionais

Vigoram no mercado de Salões de Beleza inúmeras teses sobre a relação entre proprietários de Salões de Beleza e os prestadores de serviços. Há parceiros, sócios, empregados, acordantes, locadores, arrendatários, informais e outras possibilidades que foram e são utilizadas na tentativa de caracterizar uma relação entre o  salão e o trabalho  autônomo.

A origem desta completa Torre de Babel está na História e no que se estabeleceu como relação costumaz entre os profissionais, considerados autônomos e os Salões de Beleza, diante de uma legislação trabalhista rígida, uma série de distorções na gestão do trabalho do autônomo e milhares de causas trabalhistas que se acumulam nos tribunais.

Há inúmeros absurdos, desde graves afrontas à legislação do trabalho e à natureza biológica e física do Homem, até a falta de compreensão de que modelos de relação entre pessoas físicas e jurídicas que possuem objetivos específicos e que definem uma forma de trabalhar de boa fé,  também são abrigados pela lei.

É urgente e prioritária a definição dos vínculos que podem ser viabilizados pela legislação, seja ela qual for, de forma clara e objetiva, porque o segmento vem sendo fortemente pressionado pela Receita Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério de Trabalho, Prefeituras, no sentido de acelerar vínculos empregatícios e fazer recolhimentos, que não competem aos salões, quando do faturamento, um percentual que varia de 30% a 80% do valor do serviço prestado é recebido pelos profissionais. Nem cabe o vínculo trabalhista, nem o recolhimento integral dos impostos sobre o total da receita, o que cabe é a definição clara do formato de uma relação que vigora no mercado há mais de um século e que até agora o poder público tratou com completo desdém.

O Projeto de Lei 5230/2013 e da Lei Complementar 255/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados (Federal), o primeiro  instituindo as figuras do profissional parceiro e do salão parceiro e, o segundo, regulamentando a base de tributação dos profissionais e dos salões modificariam, se aprovados, o cenário de formalização do segmento.

Enquanto isso é fundamental que as instituições oficiais discutam, em conjunto, as questões pertinentes ao segmento, com uma visão muito mais ampla e integrada, bem como é fundamental que os cursos de formação de profissionais do segmento passem a informação, sobre a natureza jurídica dos vínculos, de uma forma muito mais aprofundada e responsável.

Aos empresários do segmento cabe a missão de formar e fortalecer os sindicatos de empresários do segmento, porque sem voz ativa tudo corre sem participação efetiva e sem que as partes sejam ouvidas.

O fortalecimento do segmento de salões depende dos próximos passos e é evidente que a situação atual não pode perdurar, porque há uma grande oportunidade para profissionais e salões que tenham visão e que queiram aproveitá-las de forma adequada, com uma base legal resolvida, viável e sólida.

Pode se pensar em fazer carreira em Salão de Beleza?

fev 3, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Pode se pensar em fazer carreira em Salão de Beleza?

Cabeleireiros, manicures, esteticistas, maquiadores e todos os demais profissionais dos Salões de Beleza podem e devem pensar com visão de carreira. Isto significa que quando uma pessoa começa na profissão deve imaginar todos os passos a serem seguidos para se chegar ao topo.

De uma forma geral os níveis de Trainee, Júnior, Pleno, Sênior e Master, mesmo que não existam formalmente devem ser utilizados como base para todos os profissionais que buscam desenvolvimento.

O Trainee  é o treinando orientado para o desenvolvimento na profissão. Ele passa pelas diferentes tarefas das mais básicas às de maior complexidade, mas tem o foco no seu desenvolvimento e não na operação propriamente dita. É aí que um Trainee se diferencia de um Auxiliar. Dentro de uma visão conservadora, o Auxiliar  sem orientação de treinamento, é um profissional da base operacional do salão, com pouco ou nenhum interesse em desenvolvimento. O Trainee está orientado ao treinamento, para crescer dentro da profissão. O Trainee deve possuir educação formal adequada e formação técnica aprofundada, ou seja, em função da educação recebida e da base que possui, normalmente não ficará muito tempo nesta etapa. Se fosse para considerar um período ele seria em torno de um ano, sempre dependendo do desempenho apresentado.

Após passar pelo período de treinamento o profissional atinge a primeira etapa como  Júnior. Nesta função, também transitória para quem foi Trainee, realiza já como profissional iniciante, uma série de tarefas de menor complexidade. A etapa como Júnior pode ser curta, imaginando que como Trainee, o treinamento e a prática tenham se consolidado. Também é possível enquadrar um profissional como Júnior sem que tenha passado pela etapa de Trainee, se este trouxer com ele uma bagagem como Auxiliar que busca o desenvolvimento.  

É importante perceber que o Trainee já tem uma formação e segue um programa de desenvolvimento previamente desenhado pelo Salão para se tornar um Cabeleireiro Pleno, ou até Sênior, dependendo do que foi definido como perfil e como meta para o Trainee. O Júnior seguirá uma carreira mais lenta, de acordo com o seu desenvolvimento histórico e o seu desempenho. O tempo de permanência na função para um profissional que saiu da posição de Auxiliar é mais longo, podendo chegar a 5 anos. Se não houver desenvolvimento, o profissional dificilmente atingirá outros níveis ficando estagnado como Junior. Isto é muito comum em profissionais que não buscaram a qualificação e o aperfeiçoamento de uma forma ampla. A maioria dos profissionais de Salão de Beleza no Brasil possui qualificação que formalmente equivaleria a de um Júnior.

O Pleno realiza então as tarefas complexas, direcionado pela formação teórica e prática. É neste ponto da carreira que concentra o maior tempo. Do ponto de vista de formação ela deveria ser sólida e a experiência significativa.

O Master, além de uma formação e experiência avançada, aliou conhecimentos de gestão que lhe permitem compreender a organização do trabalho e do negócio que se insere, possuindo total autonomia para realizar tarefas e para coordenar o trabalho de outras pessoas. É fundamental que sejam aliados conhecimentos de gestão para que a coordenação seja realizada de forma harmônica, orientada por objetivos.

O Master tem muito mais o papel de gestor uma vez que passou por todas as etapas e se encontra em condições de dirigir o trabalho de uma equipe.

Quando se analisa a forma como as pessoas desenvolvem suas carreiras no Brasil no segmento da beleza, fica claro que há uma grande deficiência tanto na formação, como na estrutura de treinamento dentro dos Salões.  Isto quer dizer que há um enorme trabalho a ser realizado porque há muito espaço para novos bons profissionais e para o desenvolvimento de negócios ligados ao segmento com visão ampla de Administração.

Quem vai limpar?

fev 2, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Quem vai limpar?

Aparentemente esta é uma pergunta de simples resposta, mas talvez seja um dos maiores dilemas não só dos salões, mas de todas as empresas e até da humanidade. Todos nós sujamos e poucos dentre nós atuam na limpeza do que ficou para trás.

Há uma questão de ordenamento que parece óbvia: todos nós sujamos então todos temos que limpar, principalmente em um ambiente no qual são gerados constantemente resíduos, como é o caso de um Salão de Beleza. Porém as coisas nem sempre acontecem desta forma. Ao invés de todos comporem um “time da limpeza” se desenvolve uma expectativa que “alguém tem que limpar”. É quase sempre assim.

A rotina de um Salão de Beleza deve prever a limpeza imediata dos resíduos de cada trabalho, na cadeira e no chão, a guarda das toalhas utilizadas para posterior lavagem, a reorganização da bancada, a limpeza da capa do cliente e do material utilizado no trabalho, além de outras mais específicas. Esta rotina precisa ser definida com detalhamento, porque compõe aquela parte do trabalho que parece “não fazer parte trabalho”, mas não tem como separar ou eliminar. Ela está sempre lá e precisa ser feita.

A tarefa de limpeza cabe a todos,  cada um deve fazer a sua parte e para tudo há necessidade de uma definição clara das rotinas.

Somente para citar um exemplo, na Disney todos os funcionários, supervisores, gerentes e diretores fazem parte da equipe de limpeza. Isto porque tudo deve estar limpo quando recebemos clientes. Qualquer um que veja uma situação que exija limpeza vai lá e executa o trabalho. É isto que se espera das pessoas que trabalham em um ambiente de prestação de serviços que engloba  beleza, limpeza e higiene.

Vendedores Externos serão contratados por Salões de Beleza

jan 31, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Vendedores Externos serão contratados por Salões de Beleza

Talvez muitos vendedores não tenham pensado na possibilidade de trabalhar em um Salão de Beleza, nem muitos proprietários de Salão pensaram em contratar um vendedor. Parece uma coisa óbvia. Trabalhar numa loja ligada a um Salão? Não é sobre isto que estamos falando. Falamos de um vendedor, fazendo o papel de vendedor externo e interno, vendendo principalmente os serviços do Salão. Exatamente isto.

Como já falamos em outros posts e artigos, ficar esperando clientes é deprimente quando não se  tem um “ponto comercial”. O dia não passa, a autoestima baixa, parece que nada vai acontecer… e não vai mesmo!

Atividade empresarial requer ação de vendas, Marketing, enfim, muita comunicação. É fundamental estabelecer uma lógica de atuação comercial. Então, por que não começar com um vendedor? Claro que é intrigante, mas por que ser igual se o que vendemos é a arte sobre a imagem única de uma pessoa? Para vender cigarros, que matam, há vendedores. Por que não podemos ter vendedores de beleza?

Os salões que exercitaram a venda, mesmo que de forma singela, obtiveram resultados inacreditáveis. Muitos pararam, porque não incorporaram a dinâmica de vendas. Esta é uma atividade e não uma ação. Por ser uma atividade precisa de quem a mantenha em funcionamento.

Oferecer o que?

Um Salão pode oferecer todos os seus serviços para condomínios, parcerias com o comércio da região, clínicas, escolas, faculdades, postos de combustíveis, profissionais liberais e outros.

O Salão interessado em desenvolver ações de vendas, precisará de um material de apresentação bem desenvolvido, propostas de mecânicas promocionais diferenciadas, minutas de contratas e termos de parceria. O Salão pode oferecer combos específicos, trabalhos personalizados ou diferenciados, descontos progressivos, serviços dentro das empresas, acordos para atendimento dos clientes preferenciais das lojas, dentre outros. Há uma infinidade de serviços e ações que podem ser apresentados. A única coisa que um Salão não deve fazer é ficar esperando clientes imaginando que o trabalho comercial é dispensável. Este tempo passou.

O Mercado de Noivas Para Salões de Beleza

jan 30, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em O Mercado de Noivas Para Salões de Beleza

O casamento foi transformado em um mercado de mais de R$ 16 bilhões de reais ao ano. É um grande mercado. O que os salões têm a ver com isto? Muito. É claro que vários salões sabem o que fazer, mas comparativamente ao tamanho da oportunidade há, de forma geral, pouco preparo.

O atendimento de noivas requer um planejamento cuidadoso, uma responsabilidade enorme e um nível de atenção aos detalhes acima da média.

O relacionamento do salão com os cerimonialistas é fundamental quando se objetiva atender o mercado de casamentos. São estes profissionais que coordenam todas as ações das noivas, incluindo a contratação dos prestadores de serviços, e que organizam os detalhes da cerimônia.

Um salão com infraestrutura para atendimento de noivas precisa dar ocupação às áreas exclusivas e, por este motivo, precisa dinamizar o seu Marketing participando de feiras, exposições e outros eventos. Também precisa se relacionar com fotógrafos, espaços para locação e buffets, empresas de locação de roupas para casamentos e outros. É uma forma de se fazer presente e fortalecer vínculos com quem está ativo neste mercado.

Os profissionais que atendem noivas precisam dominar uma grande amplitude de técnicas para satisfazer a diferentes gostos e necessidades. Não é todo salão ou profissional que poderá prestar serviço para noivas. É necessário especialização e foco para evitar erros, mesmo sabendo que há variáveis incontroláveis em qualquer situação.

Como definir objetivos para se comprometer com eles

jan 29, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Como definir objetivos para se comprometer com eles

No post número 15 falamos que cada profissional deve ter seus próprios objetivos. Objetivos que guardam relação com um determinado valor de receita que precisa ser alcançado em função do número de serviços prestados.

Objetivos são fundamentais para “andar para frente”. A velha frase “deixa a vida me levar” pode ser uma opção de vida. Esta é uma linha de decisão e como tal deve ser respeitada. Na prática, quando se precisa buscar renda para viver, talvez esta não seja a melhor decisão. Se o profissional é uma empresa precisa compreender que empresas sem objetivos e sem o consequente esforço para chegar até eles, tende à extinção.

A simples atitude de escrever um objetivo pode modificar a vida das pessoas. Claro que não será pelo ato isolado de escrever, mas em função de todo o processo mental que é desencadeado no momento em que se escreve e da série de atitudes subsequentes que passam a ser desencadeadas.

Algumas perguntas ajudam a definir objetivos:

  1. O que eu quero para minha vida?
  2. Qual o dinheiro que eu preciso para atingir uma vida melhor?
  3. Quanto dinheiro preciso para me garantir caso precise parar de trabalhar por algum tempo?
  4. Qual a melhor forma de estabelecer receita adicional no meu trabalho?
  5. Quantos serviços eu preciso realizar e a que valor para atingir o rendimento desejado?
  6. Qual o conhecimento que eu preciso obter para ampliar a possibilidade de receita adicional?
  7. Como aproveitar meu tempo para prestar mais serviços ou para buscar o aperfeiçoamento necessário para ampliar o valor dos serviços que presto?
  8. Minha imagem é compatível com meus objetivos? Caso necessário, como ajustar?
  9. Minhas atitudes são compatíveis com os objetivos de receita que desenhei? Quais as ações que preciso desenvolver?
  10. Quais os caminhos alternativos que posso estudar? Estão dentro do foco?

A definição de objetivos exige muita reflexão. É preciso buscar um raciocínio lógico sobre o que se pretende para o futuro e os caminhos para chegar lá, aliados ao exercício de escrever objetivos. Isto faz nossa mente operar muito além dos limites que estamos acostumados a experimentar ao pronunciar frases de intenção, que desaparecem alguns segundos depois de pronunciadas. Para atingir objetivos será necessário muito mais do que palavras.

Experimente e sinta a diferença!

Como treinar Auxiliares de Cabeleireiro em 160 horas

jan 27, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Como treinar Auxiliares de Cabeleireiro em 160 horas

Estabelecemos uma lógica de carreira para todas as profissões. Isto também vale para as profissões relacionadas com os Salões de Beleza.

No caso do Cabeleireiro, o Auxiliar é a função de início de carreira e o mercado não oferece muitas opções para as funções de base. Quando perguntamos qual o tempo necessário para treinar um Auxiliar, a resposta normalmente é: “mais de um ano”. Pode ser, em casos específicos, mas um treinamento para Auxiliar, com efetividade, pode ter a duração de 160 horas, sendo 80 com  conteúdo teórico e teórico-prático, de direcionamento profissional, e as demais 80 horas em prática acompanhada dentro do salão. É aconselhável para um salão estruturado, ou que busca o crescimento, desenvolver uma metodologia para treinar auxiliares.

O Auxiliar possui um conjunto de tarefas, deveres e responsabilidades bem específico: prepara o cabelo do cliente para ser lavado; lava o cabelo; prepara o cabelo para o trabalho que será realizado pelo Cabeleireiro; aplica os produtos recomendados pelo cabeleireiro no cabelo do cliente de forma específica para cada caso, em processos de tratamento e de coloração básica; seca o cabelo em escovas rápidas e conduz o cliente para as diferentes fases do trabalho. Auxilia também  na organização interna, no atendimento e nos processos de vendas. O treinamento precisa estar focado nestas tarefas.

Quanto maior o número de serviços realizados por profissional em um salão, maior a necessidade de treinar velocidade. É importante tomar os tempos de referência como no caso da aplicação de coloração, em torno de 8 minutos para cabelos médios de média densidade. É difícil obter qualidade de resultado com aplicações demoradas (as pontas prejudicarão o tempo de espera recomendado para a raiz). Há muitos salões nos quais o trabalho de aplicação de produtos não é realizado pelo Auxiliar. Esta é uma definição que deve ser feita antes do treinamento.

O Salão deve desenvolver um roteiro básico para treinar auxiliares e o Cabeleireiro Sênior deve estar preparado para treinar o Auxiliar teórica e praticamente.  Caso não se sinta apto será necessário escolher um conteúdo teórico em alguma das opções de cursos virtuais na Internet disponíveis atualmente, para formar um padrão no processo de ensino-aprendizagem e acompanhar de forma sistemática e próxima o Auxiliar durante o seu período de formação.

Caso não seja viável treinar internamente o Salão deve buscar parceria com uma escola de formação e aperfeiçoamento profissional para realizar a preparação de seus auxiliares.

O tempo de treinamento de um Auxiliar se alonga normalmente pela falta de um conteúdo programático e de acompanhamento. Muitos profissionais carregam a crença de que “qualquer um pode ser Auxiliar”. Isto não é verdade e cada vez mais é fundamental preparar de forma adequada os auxiliares, porque poderão ser eles os cabeleireiros de suporte poucos anos à frente.

Aqui você faz o download de uma proposta de curso de formação de auxiliares

O número de serviços realizados por hora é um indicador estratégico para Salões de Beleza!

jan 26, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em O número de serviços realizados por hora é um indicador estratégico para Salões de Beleza!

“Eu vejo o tempo passando e sentado em uma cadeira, esperando clientes, vejo o tempo passar. Talvez os clientes não venham, mas o tempo passa. Ele poderia ser o meu  rendimento de hoje e também de amanhã, mas eu posso esperar. Com paciência, esperando, um cliente vai chegar.”

O tempo é o bem mais escasso de nossas vidas e é nele que se opera o cálculo de quanto podemos obter de rendimento. O tempo nos escraviza, mas também pode nos libertar e é por este motivo que não há como esperar o tempo passar, porque se deixarmos de prestar um serviço em uma hora, esta hora não voltará mais e o rendimento possível foi definitivamente perdido.

É sempre urgente a discussão da produtividade em salões. Clientes não são conquistados com esperas. Eles simplesmente não respondem a nenhuma espera. Eles respondem a estímulos de comunicação, a convites, a indicações de outros clientes satisfeitos, que precisam ser muitos. Eles respondem a sensações e experiências positivas.

Uma hora não pode ser perdida com espera. E se o cliente não chega é fundamental buscar o cliente. Numa operação de salão de beleza o sucesso gira sobre o número de serviços realizados por hora,  como em várias outros ramos de atividade. Calcule o número médio de serviços realizados por hora. Ele não é o indicador único de produtividade, mas é uma referência importante a ser trabalhada.  

O cálculo é simples: tome o número total de serviços realizados no mês e divida pelo número total de horas nas quais o salão esteve aberto neste mesmo intervalo de tempo. Depois divida este total pelo número de prestadores de serviços. Se o resultado for menor do que 0,70 para uma parcela significativa dos salões é sinal de que há necessidade de ajustes operacionais. Vale lembrar que este indicador é uma referência e não um parâmetro fixo. 

Se fosse fácil todo mundo faria!

jan 13, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Se fosse fácil todo mundo faria!

Posso pensar? Um minuto. Preciso de mais tempo. Eu não sei se vou conseguir. Acho que não dá. Eu nunca fiz isto antes. Isto parece muito difícil. Claro que não. Estas são frases de rejeição a tudo aquilo que muitos consideram fácil. Minha observação: se tudo fosse tão fácil como parece todo mundo faria! Vou dar dez exemplos:

  1. Ajustar as contas pessoais – cerca de 40 milhões de brasileiros convivem com o endividamento. Devem para lojas, bancos, parentes e amigos. Ajustar as contas pessoais parece a coisa mais fácil de ser realizada. As contas das empresas sofrem do mesmo problema, as vezes ainda mais sério, porque o equilíbrio depende de muito controle.
  2. Beber água e recusar os refrigerantes – 60% (para mulheres)  e 65% (para homens) do organismo humano é formado por água. Água e não refrigerantes, mesmo que tenham água. O pH do refrigerante é diferente da água e do pH do sangue. Ingerir água, só água, seria o mais aconselhável dos bons hábitos. A mídia transformou o refrigerante em um bem de primeira necessidade. Barco furado!
  3. Evitar excessos – todos os excessos. Comer, dormir, gastar. Também entram os excessos ligados aos vícios. Incluindo o cigarro, causador de inúmeros males o número de dependentes químicos no Brasil se aproxima dos 50 milhões de pessoas. Assustou?
  4. Doar o excesso – tudo que você tem e não usa deveria ser doado. Sempre. A cada mês. Há milhões de pessoas sem o que vestir e onde dormir. Sem o que comer há quase dois milhões de pessoas no Brasil.  Lá do outro lado, a humanidade promove  uma acumulação desproporcional. Mesmo que fosse útil acumular, sobra muito para doar. Descontando as pessoas que não têm o que comer, há cerca de 1,4 milhão de pessoas no Brasil que sobrevivem dos lixões. Muitas coisas que poderiam ser doadas acabam lá.
  5. Fazer o mínimo de exercícios – mínimo é um pouco mais do que nada. Uma pequena caminhada, subir escadas, um tempo de alongamento, uma volta na quadra da sua casa ou do seu trabalho.
  6. Sorrir – desde um sorriso leve até uma grande gargalhada. A alegria faz parte das pessoas leves e também faz parte das empresas que crescem, que envolvem e conseguem o comprometimento de seus colaboradores. Sem sorrisos a vida fica mais dura que o necessário.
  7. Abraçar – este é um exercício que deveria ser feito sempre. Abraçar é uma terapia. Ele ajuda a reduzir stress, transmite acolhida e aceitação.
  8. Perdoar – o exercício do perdão é sabido como um dos mais importantes para aliviar dores e sofrimentos. Desafio a todos nós a perdoar a pessoa ou o fato que mais trouxe raiva ou ódio. Fácil falar, difícil fazer.
  9.  Amar e respeitar a si mesmo – compreendendo potenciais e limitações, buscando harmonia consigo mesmo, refletindo e se empenhando para melhorar o que precisa ser melhorado, sem colocar a responsabilidade ou a culpa em terceiros.
  10. Conversar com os amigos – parece fácil, mas quanto tempo se passou desde a última vez que você sentou para conversar com seus melhores amigos?

Muitos dos problemas humanos acontecem pela baixa atenção a estes dez hábitos, que nunca serão só dez. Eles são alguns dos hábitos das pessoas que buscam a felicidade. Eu não consigo ver uma pessoa buscando felicidade odiando a si mesmo, não perdoando, não sorrindo, enfim, deixando de praticar estes dez hábitos. Há muito mais a fazer, mas já é um início!

Se fosse fácil todos fariam!

Respeito não acontece por acaso!

jan 7, 2015   //   by admin   //   Blog  //  Comentários desativados em Respeito não acontece por acaso!

A palavra respeito nos leva a uma profunda reflexão sobre o significado de nossas vidas. Na prática nos leva à contemplação de situações nas quais nos inserimos como seres vivos e a forma como reverenciamos e retribuímos a tudo que nos cerca, envolvendo pessoas e coisas.

Algumas situações:

  1. O respeito ao pais, quando existe, pode advir, por exemplo, da profunda gratidão dos filhos pelo que receberam, ao longo de anos, como orientação, como base educacional e como suporte.
  2. O respeito ao meio ambiente, pode advir, por exemplo, da profunda compreensão de que tudo que precisamos para viver vem dele. A água, os alimentos, o ar.
  3. O respeito ao próximo, pode advir, por exemplo, da compreensão das diferenças individuais e da aceitação destas diferenças como advindas da natureza biológica, fisiológica, química, psicológica, social, educacional, histórica e contextual de um ser humano em particular em relação a outro.  Não se podem esperar comportamentos iguais ou muito semelhantes de indivíduos (por serem indivisíveis) distintos.
  4. O respeito às leis pode advir, por exemplo, da consciência de que sem regras uma sociedade rapidamente se degenera provocando o caos.
  5. O respeito a um ser superior, pode advir, por exemplo, da crença inalienável de que há alguém com poderes supremos que podem mudar a vida das pessoas para melhor e confortá-las nos momentos de aflição.
  6. O respeito à empresa que se trabalha pode advir, por exemplo, da consciência que é dali que vem o sustento, a realização e a possibilidade de desenvolvimento pessoal.
  7. O respeito aos professores pode advir, por exemplo, da admiração nutrida por alguém disposto a orientar, pela sabedoria acumulada, pelo estímulo à reflexão e pelo apoio recebido.
  8. O respeito aos acordos pode advir, por exemplo, da compreensão que é pelo  cumprimento dos acordos que eles são renovados, desenvolvendo a confiança entre as partes.

Respeito, portanto, advém de uma reflexão sobre a nossa exígua possibilidade de existência sem os outros e sem todas as coisas que nos permitem viver. Estas situações muitas vezes não recebem nenhum valor por quem as vivencia.

 Abrir uma torneira que permite acesso à água para muitas pessoas é uma coisa óbvia, mas não é, porque para chegar a uma torneira a água passa por um longo caminho. Então, por falta de compreensão de quanto esforço é feito para “dispor de” muitas vezes não se tem nenhum respeito pela água, assim como pode não se ter respeito pelos pais, pelas leis, pelo trabalho, pelos professores e por tudo mais.

Fica claro que podemos ou não ter respeito pelas pessoas e pelas coisas, mas quando não o temos recebemos em troca a falta de respeito, o descompromisso e a degradação e por este motivo o respeito é essencial na vida de todos nós.

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